Palestra sobre Grids
Documento que usei em uma apresentação que fiz sobre Grid Computing no Dia da Computação, na Unochapecó. Download
Documento que usei em uma apresentação que fiz sobre Grid Computing no Dia da Computação, na Unochapecó. Download
Vasculhando meu /home achei alguns pequenos documentos onde anotei algumas dicas sobre a configuração do Samba, Proftpd e do próprio Linux para autenticar no OpenLDAP. Pode ser que ajude alguém: Autenticação do Linux no OpenLDAP Autenticação do ProFTPD no OpenLDAP Autenticação do Samba no OpenLDAP São documentos um pouco antigos então pode ser que alguma coisa já venha configurado nas versões atuais
Nas últimas semanas algumas tecnologias de desenvolvimento para o ambiente Web tem sido comentados, como Ajax, Ruby on Rails e mais recentemente Django. Resolvi testar alguns deles para entender o motivo de tanta empolgação. O primeiro que testei foi o Ajax. Pelo que entendi não é uma tecnologia nova mas desde que o Google começou a usá-la no Gmail ganhou os holofotes. Ele usa uma mistura de html, javascript e css possibilitando a criação de aplicações que aparentam estar sendo executadas localmente na máquina do usuário e não em um ambiente Web. Um exemplo simples seria a apresentação da descrição de um ítem após a digitação do seu código em um campo text de um formulário html, sem aparentar para o usuário que a página realizou uma requisição ao servidor para buscar a informação. Implementei este exemplo para entender melhor. Usei uma biblioteca chamada Sajax que facilita o uso do Ajax gerando grande parte do código Javascript. Ela está disponível neste link e pode ser usada em PHP, Python, Ruby entre outras linguagens. Após ter feito o download do Sajax e criado a tabela pessoa no MySQL fiz o seguinte código: ver código Analisando o código fonte visualizado pelo navegador é possível verificar todo o código Javascript gerado pelo Sajax: ver código Realmente a utilização do Sajax facilita bastante a programação. Utilizando-se Ajax é possível criar interfaces muito ricas e complexas. Alguns sites interessantes: http://blog.joshuaeichorn.com/slides/Building_Rich_Web_Applications_With_AJAX/ http://www.google.com/webhp?complete=1&hl=en http://maps.google.com/ http://blog.outer-court.com/chat/ http://gosu.pl/docs/ http://www.ajaxian.com/
Hoje consegui um pouco de tempo para dar uma pesquisada e aprender mais um pouco sobre webservices. Resolvi ver como funciona o suporte nativo a SOAP embutido no PHP5. Para isso, pensei em reescrever o código deste exemplo de cliente PHP que tinha escrito um tempo atrás.
O primeiro passo, lógico, foi instalar o PHP5 no meu Ubuntu. Nenhum mistério até aqui, é o mesmo procedimento que venho fazendo desde o PHP3, apenas com a adição da opção –enable-soap no na execução do configure.
Depois de uma pesquisada no http://www.php.net/manual/ consegui fazer algums ensaios. Existe a opção de instanciar a classe SoapClient passando os parâmetros, desta forma:
$client = new SoapClient(null, array('location' => "http://localhost/soap.php", 'uri' => "http://test-uri/", 'style' => SOAP_DOCUMENT, 'use' => SOAP_LITERAL));
indicando o servidor e a uri onde o serviço está instalado, mas depois de várias tentativas não obtive sucesso. A construção que parece ser a oficial e mais correta é :
$client = new SoapClient("some.wsdl");
Então precisava criar o arquivo wsdl contendo a descrição e os detalhes do serviço. Como gerar algo deste gênero não é uma coisa trivial e muito menos produtiva pesquisei algo que me ajude neste sentido. Nestas pesquisas acabei encontrando este artigo que explica a utilização do Axis.
Usando as palavras do autor:
[…]Axis é um conjunto de ferramentas para desenvolver WebServices. Dentre suas principais funcionalidades estão:
Minha monografia de Pós-Graduação sobre Portais de Grids Computacionais Ler
Ultimamente tenho estudado bastante sobre Web Services. O motivo por esse interesse é meu interesse sobre Grid Computing. A versão 3 do Globus Toolkit (GT3) é baseada no conceito de Grid Services, ou seja, os recursos do Grid são acessíveis na forma de serviços. Para entender melhor como funciona a teoria por trás dos Web Services estou lendo um excelente livro, o Professional Java Web Services, da Wrox. Também fiz alguns testes para ver como funciona o esquema. Vou tentar aqui colocar algumas coisas que fiz. Pode ser que auxilie alguém a começar os estudos, como está me ajudando.
O Serviço
Para iniciar os testes eu fiz um pequeno programa em Java que será meu primeiro Web Service. O código é:
import java.util.*; public class CalcService { public int add(int p1, int p2) {
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