Meu nome é Elton Minetto

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Ajax

Nas últimas semanas algumas tecnologias de desenvolvimento para o ambiente Web tem sido comentados, como Ajax, Ruby on Rails e mais recentemente Django. Resolvi testar alguns deles para entender o motivo de tanta empolgação. O primeiro que testei foi o Ajax. Pelo que entendi não é uma tecnologia nova mas desde que o Google começou a usá-la no Gmail ganhou os holofotes. Ele usa uma mistura de html, javascript e css possibilitando a criação de aplicações que aparentam estar sendo executadas localmente na máquina do usuário e não em um ambiente Web. Um exemplo simples seria a apresentação da descrição de um ítem após a digitação do seu código em um campo text de um formulário html, sem aparentar para o usuário que a página realizou uma requisição ao servidor para buscar a informação. Implementei este exemplo para entender melhor. Usei uma biblioteca chamada Sajax que facilita o uso do Ajax gerando grande parte do código Javascript. Ela está disponível neste link e pode ser usada em PHP, Python, Ruby entre outras linguagens. Após ter feito o download do Sajax e criado a tabela pessoa no MySQL fiz o seguinte código: ver código Analisando o código fonte visualizado pelo navegador é possível verificar todo o código Javascript gerado pelo Sajax: ver código Realmente a utilização do Sajax facilita bastante a programação. Utilizando-se Ajax é possível criar interfaces muito ricas e complexas. Alguns sites interessantes: http://blog.joshuaeichorn.com/slides/Building_Rich_Web_Applications_With_AJAX/ http://www.google.com/webhp?complete=1&hl=en http://maps.google.com/ http://blog.outer-court.com/chat/ http://gosu.pl/docs/ http://www.ajaxian.com/

PHP5 e Webservices

Hoje consegui um pouco de tempo para dar uma pesquisada e aprender mais um pouco sobre webservices. Resolvi ver como funciona o suporte nativo a SOAP embutido no PHP5. Para isso, pensei em reescrever o código deste exemplo de cliente PHP que tinha escrito um tempo atrás. O primeiro passo, lógico, foi instalar o PHP5 no meu Ubuntu. Nenhum mistério até aqui, é o mesmo procedimento que venho fazendo desde o PHP3, apenas com a adição da opção –enable-soap no na execução do configure. Depois de uma pesquisada no http://www.php.net/manual/ consegui fazer algums ensaios. Existe a opção de instanciar a classe SoapClient passando os parâmetros, desta forma: $client = new SoapClient(null, array('location' => "http://localhost/soap.php", 'uri' => "http://test-uri/", 'style' => SOAP_DOCUMENT, 'use' => SOAP_LITERAL)); indicando o servidor e a uri onde o serviço está instalado, mas depois de várias tentativas não obtive sucesso. A construção que parece ser a oficial e mais correta é : $client = new SoapClient("some.wsdl"); Então precisava criar o arquivo wsdl contendo a descrição e os detalhes do serviço. Como gerar algo deste gênero não é uma coisa trivial e muito menos produtiva pesquisei algo que me ajude neste sentido. Nestas pesquisas acabei encontrando este artigo que explica a utilização do Axis. Usando as palavras do autor: […]Axis é um conjunto de ferramentas para desenvolver WebServices. Dentre suas principais funcionalidades estão:

Mais sobre Web Services

Ultimamente tenho estudado bastante sobre Web Services. O motivo por esse interesse é meu interesse sobre Grid Computing. A versão 3 do Globus Toolkit (GT3) é baseada no conceito de Grid Services, ou seja, os recursos do Grid são acessíveis na forma de serviços. Para entender melhor como funciona a teoria por trás dos Web Services estou lendo um excelente livro, o Professional Java Web Services, da Wrox. Também fiz alguns testes para ver como funciona o esquema. Vou tentar aqui colocar algumas coisas que fiz. Pode ser que auxilie alguém a começar os estudos, como está me ajudando. O Serviço Para iniciar os testes eu fiz um pequeno programa em Java que será meu primeiro Web Service. O código é: import java.util.*; public class CalcService { public int add(int p1, int p2) {

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