Eu nunca fui muito fã de IDEs.
Usei por um bom tempo o Eclipse e mais recentemente o Netbeans, ambos para programar em PHP. Apesar de reconhecer a utilidade da maioria dos recursos, como o autocomplete quase milagroso do Netbeans, não gosto muito da abordagem “uma ferramenta integrada para tudo o que você precisar”, principalmente pelo grande consumo de memória e processamento que isso acarreta. Eu me considero mais “Unix style” neste caso, no sentido de usar várias pequenas ferramentas, cada uma específica e que faz o melhor para resolver determinada tarefa. Por isso uso o Cornerstone para gerenciar os repositórios SVN, o cliente do Github, o terminal do Mac para rodar os testes unitários e um bom editor de programação.
Até recentemente meu editor preferido era o Textmate, mas como ele está bem parado no tempo (a versão 2 ainda está longe) eu testei algumas alternativas (Chocolat, Espresso, TextWrangler) e acabei adotando o Sublime Text como meu editor favorito. Alguns dos motivos: