Golang, por onde começar?
De tempos em tempos algum amigo me manda uma mensagem parecida com essa:
Fala meu querido! Tudo blz? Tava querendo iniciar no Go (influencia sua heheeh) Tu recomenda algum curso ou ir pela documentação mesmo?
De tempos em tempos algum amigo me manda uma mensagem parecida com essa:
Fala meu querido! Tudo blz? Tava querendo iniciar no Go (influencia sua heheeh) Tu recomenda algum curso ou ir pela documentação mesmo?
Dentre as decisões técnicas que fizemos durante o desenvolvimento da Codenation, uma das mais acertadas foi a escolha de Go como linguagem principal.
O termo Object Calisthenics foi introduzido por Jeff Bay e publicado no livro Thought Works Anthology. Trata-se de um conjunto de boas práticas e regras de programação que podem ser aplicadas para melhorar a qualidade do código.
Escrever um livro sobre carreira esteve na minha mente por um bom tempo, mas sempre que pensava em colocar a ideia em prática eu sofria com a “síndrome do impostor”. Afinal, quem sou eu para dar dicas de carreira? Não criei nada revolucionário, não fiquei rico com algum software que criei, não sou convidado para palestrar mundo a fora, etc, etc.
Algumas semanas atrás meu sócio da Codenation me fez uma pergunta interessante:
“Se dinheiro não fosse uma limitação, o que você faria para evoluir na carreira de dev?”
Para responder essa pergunta/provocação eu precisei parar um pouco e pensar o que eu acredito ser necessário para evoluir na carreira de desenvolvedor(a) de software.
Resolvi escrever este post depois de receber uma pergunta interessante no Twitter:
Durante toda minha vida adulta a minha carreira sempre foi o ponto focal. Nas decisões que tomei no decorrer dos anos o que era melhor para minha carreira sempre teve um peso muito grande.
Nos últimos anos o termo full stack developer ganhou destaque na descrição de vagas de emprego, especialmente em startups. Segundo este post, um full stack developer é (tradução minha):
Um dos itens abordados pela metodologia twelve-factor app é a automatização de processos administrativos, como execução de scripts e migração de dados. É exatamente sobre isso que vou falar neste post: como automatizamos a migração de dados usando Go e MongoDB.
Leitor amigo… Se você estiver lendo este post alguns anos depois da sua publicação, lembre-se que em 2018 estávamos alucinados com “novidades” como microsserviços, Docker, Kubernetes, entre outras coisas legais.
Confesso que não conhecia o site http://checklistdrivendevelopment.org/ até procurar um título para este post. Mas a leitura do site deu embasamento para o que eu venho fazendo no meu dia a dia, e que vou descrever neste post.