The Go Way
No meu último video eu dei algumas dicas de como começar a usar a linguagem Go e uma delas era relacionada a ser mais “idiomático”. Mas o que isso significa?
No meu último video eu dei algumas dicas de como começar a usar a linguagem Go e uma delas era relacionada a ser mais “idiomático”. Mas o que isso significa?
O pessoal da Codecon me entrevistou sobre o uso de RFCs, documentos de design e ADRs em projetos de engenharia e escreveram um post bem interessante sobre o assunto:
Esta é uma pergunta que eu recebo algumas vezes e algum tempo atrás eu escrevi um post sobre o assunto. Como minha experiência com a linguagem evoluiu desde então, eu resolvi gravar um vídeo com mais detalhes. No vídeo eu dou algumas sugestões de como devs e empresas podem começar a usar a linguagem Go em seus projetos.
Na última semana aconteceu aqui em Florianópolis um evento que eu tenho bastante carinho. Trata-se do Startup Summit, que atualmente é o maior evento sobre o assunto no Brasil. Tenho boas lembranças pois ajudei a organizar a trilha de tecnologia da edição de 2019.
Esse é um post que não tem relação com os demais que eu publico aqui no meu site, pois não tem nada a ver com tecnologia. É uma reflexão mais pessoal do que o de costume, mas afinal, é meu site pessoal, então até que faz sentido :)
Uma das vantagens em ser Google Developer Expert é as oportunidades incríveis que isso proporciona. Algumas semanas atrás pude conhecer pessoalmente o Robert Griesemer, co-criador de Go, bem como o Marc Dougherty, Developer Advocate do time de Go no Google. Em um happy hour após o Google IO o Marc perguntou, para mim e outro GDE de Go da Koreia que fui apresentado, quais feedbacks teríamos em relação a linguagem. Minha resposta foi que eu não tinha nenhum feedback específico sobre a linguagem, mas que
Em Novembro de 2024 a Anthropic publicou um post em seu blog anunciando o que talvez seja sua maior contribuição para o ecossistema de AI até o momento: o Model Context Protocol
O Turso é um daqueles projetos que você olha e pensa “como ninguém havia feito algo assim antes?”. Venho acompanhando o projeto desde seu lançamento mas somente agora consegui dedicar um tempo para fazer alguns testes, que descrevo neste post.
Esta é a segunda parte de uma série de posts sobre o framework Encore.go:
Na primeira parte criamos uma API simples, que faz a validação de um usuário dados os parâmetros corretos. Vamos agora usar esta funcionalidade para aumentar a complexidade do projeto: adicionar uma nova API, que precisa de autenticação para ser acessada.
Essa é uma dica rápida mas que pode ser útil para mais pessoas. Recentemente precisei fazer debug de uma aplicação CLI que estou desenvolvendo e foi necessário algumas configurações nas IDEs que uso para fazer esse processo. Como dediquei mais de 30 minutos para aprender isso espero que este post econimize algum tempo de alguém ;)