Primeiras impressões sobre o Service Weaver
Embarquem no trem do hype comigo!
No dia 01/03 o Google publicou no seu blog o lançamento de um novo framework, o Service Weaver.
Embarquem no trem do hype comigo!
No dia 01/03 o Google publicou no seu blog o lançamento de um novo framework, o Service Weaver.
Em 2022 eu li dois livros que falam sobre duas das característica que eu considero cruciais para a carreira de qualquer profissional: responsabilidade e disciplina.
Seja em cenários de crescimento acelerado ou mesmo no infeliz momento de layoffs que estamos passando, horas de desenvolvimento são um dos recursos mais caros e valiosos para as empresas. Desta forma, a produtividade e eficiência tornam-se diferenciais importantes para profissionais e times.
Alguns anos atrás Sam Newman publicou o livro Building Microservices que se tornou uma grande referência quando falamos em microsserviços.
Neste post vou falar sobre um projeto bem interessante que é mantido pelo time que desenvolve a linguagem Go. Trata-se do Go Cloud Development Kit, também conhecido como Go CDK.
Em 2012 Scott Hanselman escreveu um post que ganhou certa popularidade: Dark Matter Developers: The Unseen 99%. Ele começa o seu texto definindo o que seria Matéria escura:
Eu sempre tive a impressão de que um dos maiores males do desenvolvimento de software moderno é a complexidade. Não me refiro a complexidade dos problemas que são resolvidos atualmente, pois esses são realmente maiores do que décadas atrás. Machine learning, carros autônomos, microsserviços, etc, esses cenários possuem uma complexidade inerente e pouco podemos fazer para mitigar isso. Eu me refiro a complexidade que incutimos aos nossos códigos. Já vi aplicações que eram pouco mais do que CRUDs com várias camadas e frameworks que só tornavam o desenvolvimento e manutenção tarefas hercúleas.
Aposto que nesse momento uma frase paira na sua cabeça:
“Mais uma linguagem de programação”?
Se você desenvolve software profissionalmente é bem provável que já ouviu falar sobre os princípios SOLID pois eles se tornaram praticamente um padrão no mercado. Se não está famialirizado com o termo recomendo a leitura deste post.
Ao escrever uma aplicação Go que trata dados em um banco de dados (neste post vou me concentrar em bancos de dados relacionais) temos algumas opções: