Testando o Generics do Go
Finalmente está (quase) entre nós! Depois de anos ouvindo aquela piadinha “e o Generics?” esta aguardada funcionalidade vai estar disponível na versão 1.18 da linguagem, prevista para lançamento em Março de 2022.
Finalmente está (quase) entre nós! Depois de anos ouvindo aquela piadinha “e o Generics?” esta aguardada funcionalidade vai estar disponível na versão 1.18 da linguagem, prevista para lançamento em Março de 2022.
Ao olhar para minha carreira eu posso dizer que tenho mais experiência e bagagem teórica em assuntos relacionados a tecnologia, em especial na área de desenvolvimento de software. Isso devido a ter feito uma graduação e pós-graduação em Ciência da Computação, bem como ter lido uma boa quantidade de livros e muitos posts, além de ter colocado um grande número de produtos em produção. Digo isso pois, apesar de vir liderando times técnicos a pouco mais de uma década e lido bons livros e posts, eu me sinto mais seguro em escrever sobre tecnologia do que sobre liderança. Então, leve isso em consideração ao ler este post :)
Se você desenvolve ou consome APIs REST provavelmente já se deparou com alguma documentação escrita segundo a especificação OpenAPI. Ela é o padrão do mercado, apesar de eu preferir documentar usando o API Blueprint :)
Quando falamos de Infraestrutura como Código (Infrastructure as Code, ou IaC), a principal ferramenta que nos vem a mente é o Terraform. A ferramenta criada pela HashiCorp tornou-se o padrão para a documentação e gerenciamento de infraestrutura, mas sua linguagem declarativa, a HCL (HashiCorp Configuration Language) tem algumas limitações. A principal delas é exatamente não ser uma linguagem de programação, e sim de configuração.
Comecei a usar as ferramentas da AWS em meados de 2008, quando um provedor de nuvem nacional deixou a startup em que eu era CTO (a saudosa Drimio) fora do ar por mais de 24 horas. Desde então a AWS sempre foi minha primeira opção como fornecedor de soluções na nuvem.
Neste post vou falar sobre uma ferramenta Open Source bem útil chamada pRest.
Com o pRest é possível criar uma API RESTFul para acessar o conteúdo de um banco de dados Postgres de uma maneira simples e rápida. O projeto, escrito em Go e com grande participação de desenvolvedores brasileiros, pode ser encontrado no seu site oficial, bem como no Github.
Provavelmente você conhece a fábula da pessoa que era desenvolvedora sênior e foi “promovida” a gerente e não se saiu tão bem no novo cargo. Talvez você já tenha trabalhado com alguém assim, ou isso já tenha acontecido com você. Até alguns anos atrás o curso natural da carreira de desenvolvimento de software era depois de sênior você se tornar gerente, líder técnico, ou outro título similar.
Fui convidado pelo ídolo @femontanha para bater um papo no podcast e canal no Youtube do FECHATAG Podcast. Conversamos sobre um monte de coisas, desde carreira, tecnologia, cerveja, viagens, etc.
No processo de desenvolvimento de software as equipes precisam tomar várias decisões importantes, desde linguagens de programação, arquiteturas, processos, ferramentas, etc. Conforme o projeto vai tornando-se maior, com o crescimento da equipe a tomada destas decisões começa a ficar cada vez mais complexa e importante. Além disso, como garantir que as decisões tomadas no começo do projeto fiquem documentadas para que as novas pessoas na equipe entendam os motivos e contextos que levaram o time a determinada conclusão?
O grande André Noel me convidou para participar de uma edição do seu podcast, o Vida de Programador.