Copilot Workspace
No final de Abril o Github anunciou um novo produto chamado Copilot Workspace, uma evolução das outras ferramentas de IA Generativa da empresa, como o Copilot e o Copilot Chat.
No final de Abril o Github anunciou um novo produto chamado Copilot Workspace, uma evolução das outras ferramentas de IA Generativa da empresa, como o Copilot e o Copilot Chat.
Esta é a última parte de uma série de posts que escrevi sobre uma das tecnologias que eu acho mais impactantes dos últimos anos: WebAssembly. No primeiro texto falei sobre como portar código em Go para executá-lo em um navegador web. Na segunda parte mostrei como usar código WebAssembly em um projeto Go e neste quero falar sobre alguns projetos bem interessantes que vem fazendo uso desta tecnologia.
Recentemente, em um code review, o grande Cassio Botaro me deu uma dica bem útil: refatorar alguns testes que eu estava fazendo para usar o recurso de test helpers do pacote testing.
No post anterior vimos que existem diferentes tipos de testes de carga e quais são seus objetivos e características. Neste texto vamos ver como implementá-los usando uma ferramenta chamada k6.
Quando falamos em “teste de carga” talvez a primeira coisa que venha na mente seja algo como “enviar tráfego para a aplicação até ela chorar” 🙂 Mas essa abordagem é apenas uma das formas de se testar a performance de uma aplicação (e descrita desta forma talvez seja a mais sádica). Neste post vou apresentar os principais tipos de teste de carga e em um próximo texto vou mostrar como implementá-los usando a ferramenta k6.
Alguns dias atrás o @met4tron teve uma ideia bem interessante: ele postou no X uma lista de perguntas sobre Go.
Este é o segundo post de uma série que estou fazendo sobre WebAssembly e Go. No primeiro post vimos como executar código Go em um navegador web. Neste vamos importar uma função WebAssembly e executá-la em uma aplicação Go.
De tempos em tempos surge uma tecnologia que causa um grande impacto no dia a dia das pessoas desenvolvedoras. Linux, Git, Docker, Kubernetes, entre outras. Na minha opinião o WebAssembly é uma tecnologia que tem potencial para figurar nessa seleta lista.
Na versão 1.21 da linguagem uma novidade importante foi implementada. Segundo a documentação:
A partir do Go 1.21, a distribuição Go consiste em no comando
goe um conjunto de ferramentas (toolchain) incluído, que é a biblioteca padrão, bem como o compilador, montador e outras ferramentas. O comandogopode usar seutoolchainpadrão, bem como outras versões encontradas no PATH local ou baixadas conforme necessário.
No último post vimos como criar um Kubernetes operator usando o operator-sdk. Como aquele texto ficou bem grande resolvi escrever este segundo post, para poder focar na parte dos testes da aplicação.